SP registra duas mortes por reação à vacina contra febre amarela

Duas pessoas morreram em São Paulo, capital, devido a reações pela vacina contra a febre amarela, conforme comunicado pelo o secretário municipal de saúde, Wilson Pollara.

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Ambas as mortes ocorreram devido a deficiências imunológicas não detectadas durante a triagem.

Seis casos fatais foram notificados no estado: um já foi descartado e outros três ainda estão em investigação.

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Vale ressaltar que é um número estatisticamente pequeno de casos e que as pessoas sem as contraindicações que listaremos a seguir devem se vacinar assim que possível:

Idosos e a vacina contra febre amarela

De acordo com o site G1, uma das mortes foi da professora aposentada Mônica Oelkers, de 76 anos.

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Hoje, a recomendação é que a vacina seja tomada por pessoas até 60 anos. “Pessoas com mais de 60 anos podem receber a vacina da febre amarela, desde que não estejam fazendo uso de medicamentos imunossupressores ou sejam portadoras de doenças crônicas descompensadas. Sugerimos sempre uma avaliação médica prévia, mas a prescrição para a vacina não é necessária”, ressalta Ana Karolina Barreto B. Marinho, coordenadora do Departamento Científico de Imunização da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Além disso, outros grupos devem tomar cuidados, como:

  • Crianças entre 9 meses e 2 anos de idade
  • Portadores do vírus HIV com células CD4 em contagem adequadas
  • Pessoas que terminaram o tratamento de quimioterapia e com doenças hematológicas após avaliação médica.

Quem não deve tomar a vacina contra febre amarela?

Os grupos contraindicados a tomar a vacina contra febre amarela são:

  • Crianças menores de 9 meses de idade
  • Pacientes com imunodepressão de qualquer natureza
  • Pacientes com neoplasia (câncer)
  • Pacientes infectados pelo HIV
  • Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores)
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos
  • Gestantes, independente do estado vacinal.

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Esses cuidados são importantes por que a vacina é feita com vírus atenuados, que podem provocar a doença em pessoas com um sistema imunológico mais frágil.

Está sempre mal-humorado? O problema pode estar nos seus pés

Uma pesquisa realizada com 3.316 brasileiros pode ter descoberto a fonte do mau-humor (e uma possível solução para esse problema). O estudo analisou a conexão desse estado de espírito com os nossos pés e a descoberta foi que quanto maior o desconforto no pé, pior é o humor.

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“Sem quaisquer dores, os pés não influenciam no humor. Mas a medida que a dor aumenta para níveis intensos, percebemos que as pessoas têm o seu temperamento alterado” afirma o fisioterapeuta Mateus Martinez, coautor da pesquisa, junto com Thomas Case, fundador da Pés Sem Dor.

Entre os entrevistados, apenas 9,4% não sofrem com dores nos pés. Já para 18,8% dos participantes, conviver com dores intensas é bastante comum e isso exerce uma forte influência em seu temperamento. A dor moderada nos pés foi relatada por 42,3% das mulheres, contra 39,2% dos homens.

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Já 21,2% das mulheres enfrentam dores intensas diariamente; 14,5% dos homens têm esse tipo de dor mais forte. “Essa discrepância de dores intensas entre as mulheres é devido ao uso de calçados apertados ou de bico fino. Por fim, podemos afirmar que para quase 1/5 da população, o ‘mau humor‘ vem da base do corpo” conclui Martinez.

Ansiedade pode ser um indicador precoce de Alzheimer

Um novo estudo sugere uma associação entre os níveis da proteína beta amiloide, proveniente do Alzheimer, e os sintomas de ansiedade. As descobertas sustentam a hipótese de que os sintomas neuropsiquiátricos possam representar a manifestação precoce do Alzheimer em adultos mais velhos.

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Para a realização do estudo, pesquisadores Brigham and Women’s Hospital estudaram 270 homens e mulheres com as funções cognitivas regulares durante cinco anos. E puderam perceber o sintoma da ansiedade quando agravado poderia levar à progressão da beta amiloide no cérebro.

Os cientistas chegaram até essa conclusão após avaliações anuais e acompanhamento com exames de imagem comumente usados para diagnóstico de Alzheimer bem como avaliações anuais usando como base a Escala de Depressão Geriátrica, uma avaliação utilizada para detectar depressão em adultos mais velhos.

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A pesquisa não é conclusiva e ainda são necessários novos testes para atestar uma relação de causa e consequência entre ansiedade e Alzheimer

Outra pesquisa

Essa não é a primeira vez que transtornos emocionais são associados ao Alzheimer. Uma pesquisa realizada pela Gothenburg University, na Suécia descobriu que mulheres que lidam com uma grande quantidade de estresse no dia a dia durante a meia-idade sofrem um maior risco de desenvolver Alzheimer mais tarde.

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A equipe analisou dados de 800 mulheres suecas que foram seguidas por quase quatro décadas, começando quando elas estavam com 20 anos em média. As mulheres foram submetidas a exames psiquiátricos periódicos e responderam a perguntas sobre possíveis estressores da vida diária – como divórcio, dificuldades no trabalho e problemas de saúde pessoais ou dos membros da família.

Após 37 anos de acompanhamento, quando a mulheres completaram 57 anos em média, 19% delas desenvolveram demência – na maioria das vezes a doença de Alzheimer. E o risco subiu em conjunto com o número de estressores de vida que as mulheres haviam relatado quatro décadas antes. Para cada estressor, o risco da doença de Alzheimer subiu 17%. A relação persistia mesmo quando ajustados fatores de risco como pressão alta, diabetes e excesso de peso.

Secretaria da Saúde confirma 3ª morte por febre amarela na Grande São Paulo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou no sábado (06) a morte de mais uma pessoa contaminada pelo vírus da febre amarela. Com o registro, subiu para três o número de casos contabilizados na Grande São Paulo.

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O caso divulgado mais recente é o de um homem, de 69 anos, morador de Guarulhos. Ele morreu em 25 de dezembro, após ter sido infectado em sua chácara, em Nazaré Paulista, município localizado próximo ao limite com a cidade de Mairiporã. De acordo com a Secretaria, as três pessoas que vieram a óbito estiveram em Mairiporã, a 45 quilômetros da capital paulista, todos durante as festa de fim de ano.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Guarulhos afirmou que o resultado da necropsia confirmando a causa da morte foi divulgado neste final de semana, mas a família foi informada sobre os exames solicitados (de leptospirose e febre amarela), no último dia 5.

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Desde os primeiros casos de mortes de macacos infectados na Serra da Cantareira, a Secretaria Municipal de Saúde vem mantendo ações diversas de imunização. Confira aqui quais as atividades praticadas pelo governo e onde é possível se vacinar!

Segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado divulgado no dia 2 de janeiro, entre o período de janeiro de 2017 até a segunda quinzena de dezembro foram registrados 151 casos suspeitos de febre amarela, sendo confirmados 53 casos (35,1%). Entre esses, 24 eram autóctones (vírus contraído na região onde a pessoa vive) e 29 importados (contraídos fora do município onde a vítima mora).

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