SP registra duas mortes por reação à vacina contra febre amarela

Duas pessoas morreram em São Paulo, capital, devido a reações pela vacina contra a febre amarela, conforme comunicado pelo o secretário municipal de saúde, Wilson Pollara.

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Ambas as mortes ocorreram devido a deficiências imunológicas não detectadas durante a triagem.

Seis casos fatais foram notificados no estado: um já foi descartado e outros três ainda estão em investigação.

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Vale ressaltar que é um número estatisticamente pequeno de casos e que as pessoas sem as contraindicações que listaremos a seguir devem se vacinar assim que possível:

Idosos e a vacina contra febre amarela

De acordo com o site G1, uma das mortes foi da professora aposentada Mônica Oelkers, de 76 anos.

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Hoje, a recomendação é que a vacina seja tomada por pessoas até 60 anos. “Pessoas com mais de 60 anos podem receber a vacina da febre amarela, desde que não estejam fazendo uso de medicamentos imunossupressores ou sejam portadoras de doenças crônicas descompensadas. Sugerimos sempre uma avaliação médica prévia, mas a prescrição para a vacina não é necessária”, ressalta Ana Karolina Barreto B. Marinho, coordenadora do Departamento Científico de Imunização da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Além disso, outros grupos devem tomar cuidados, como:

  • Crianças entre 9 meses e 2 anos de idade
  • Portadores do vírus HIV com células CD4 em contagem adequadas
  • Pessoas que terminaram o tratamento de quimioterapia e com doenças hematológicas após avaliação médica.

Quem não deve tomar a vacina contra febre amarela?

Os grupos contraindicados a tomar a vacina contra febre amarela são:

  • Crianças menores de 9 meses de idade
  • Pacientes com imunodepressão de qualquer natureza
  • Pacientes com neoplasia (câncer)
  • Pacientes infectados pelo HIV
  • Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores)
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos
  • Gestantes, independente do estado vacinal.

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Esses cuidados são importantes por que a vacina é feita com vírus atenuados, que podem provocar a doença em pessoas com um sistema imunológico mais frágil.

Noripurum → É Eficaz Para Anemia? Saiba Como Tratar Naturalmente!

Olá aqui é o Dr. Rocha e neste artigo vamos falar sobre um medicamento usado para anemias. Vamos falar do Noripurum.

Porém, antes de prosseguir com o artigo, gostaria de dizer que todo o conteúdo a seguir possui como intuito apenas informar. Não tome nenhum medicamento sem orientação de seu médico.

 

Sobre o Noripurum

O noripurum é um medicamento destinado ao tratamento de anemias causadas por deficiência de ferro no organismo.

O medicamento é comercializado sob a forma de comprimidos mastigáveis, gotas, xarope e solução injetável.

Via Administração oral

O ferro presente nas mais variadas formas orais do medicamento se apresenta sob a forma de um complexo com moléculas grandes não iônicas, que possuem características vantajosas.

Essa metodologia de administração proporciona boa absorção e bom aproveitamento do medicamento pelo organismo, com baixa toxicidade e boa tolerabilidade, sem interação de medicamentos e preservando seu volume utilizado.

O Noripurum nas formas de comprimidos mastigáveis, gotas e xarope não é perdido por excreção renal, tampouco se deposita no tecido gorduroso.

Injetável

Essa forma do medicamento é injetável e age combatendo a anemia. Ela é especialmente indicada para pacientes que possuem graves deficiências de ferro e quando se deseja uma reposição rápida e eficiente desse mineral.

As doses recomendadas de suplementos de ferro e a duração dos tratamentos normalmente variam de acordo com a idade e a gravidade do problema de saúde (muitas vezes, a anemia). Porém, o tratamento dura entre 2 e 6 meses.

Mostrarei a seguir quais são as dosagens de suplemento ferroso mais comumente utilizado.

  • Bebês de 6 meses a 1 ano de idade – 1 mg de ferro/kg/dia;
  • Crianças a partir de 1 ano de idade – 3 a 5 mg de ferro/kg/dia evitando ultrapassar os 60 mg por dia;
  • Gestantes – 30 a 60 mg de ferro por dia e 400 mcg de ácido fólico;
  • Mulheres em período de amamentação – entre 30 e 40 mg de ferro por dia;
  • Adultos – 120 mg de ferro por dia.

Noripurum contém em sua fórmula ferro e ácido fólico, substâncias essenciais para o aumento da produção de células vermelhas no sangue.

Indicações de Uso do Medicamento

Noripurum é indicado para o tratamento das seguintes condições de saúde:

  • Anemia por escassez de ferro ou ácido fólico;
  • Anemia durante a gravidez; no pós-parto e no período de amamentação – situações caracterizadas por diminuição de ferro e ácido fólico;
  • Anemia grave causadas por falta de ferro, após hemorragias e/ou então determinados procedimentos cirúrgicos.

Além disso, esse fármaco pode ser usado em outros tipos de anemia em que seja necessária a suplementação de ferro e ácido fólico, como em casos de sub ou desnutrição.

Efeitos Colaterais

Os principais efeitos colaterais do medicamento são:prisão de ventre

Alternativa Natural

Como falei no início desse artigo, é muito importante buscarmos alternativas naturais para tratarmos problemas de saúde.

É importante adotar uma vida saudável juntamente com práticas de exercícios físicos e usar alternativas naturais como uma alimentação rica em ferro para auxiliar no tratamento com a anemia.

Podemos indicar alimentos como:

Com o consumo destes alimentos, a anemia pode ser evitada.

Para ajudar você a aprender a melhor maneira de utilizar os remédios naturais, eu criei um portal chamado Viver Nature.

O Viver Nature é um verdadeiro guia que vai ajudar você a se tratar sozinho e manter a sua saúde impecável. Cadastre-se aqui para receber todas essas informações agora mesmo.

 

Contraindicações

O medicamento tem sua administração contraindicada nas seguintes situações:

  • Pessoas que sejam alérgicas ou sensíveis a quaisquer componentes presentes na fórmula do medicamento;
  • Pessoas com anemias que não sejam causadas por falta de ferro;
  • Pessoas que possuam problemas relacionados com a absorção de ferro ou ácido fólico.

Eu vou ficando por aqui!

Se você ainda possui alguma dúvida ou então tem experiência sobre a utilização de Noripurum deixe um comentário, essa é uma excelente maneira de alimentarmos um debate inteligente e saudável nesse espaço e fazer com que todos saiam ganhando em conhecimento.

Me despeço desejando paz, sorte e felicidade.

Forte abraço e até a próxima.

Dr. Rocha

Dor na perna pode ser infarto?

Uma queixa comum no meu consultório são dores nas pernas. Muitas pessoas de todas as idades reclamam disso e a maior preocupação é se é algo grave.

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As dores nas pernas podem vir de qualquer das estruturas presentes nelas (músculos, ossos, articulações, nervos e vasos sanguíneos) ou ser referida, em que a dor nasce de outro local mas, como é um nervo em comum, a sensação fica deslocada como, por exemplo, as dores de nervo ciático ou radiculopatias, como nas hérnias lombares.

Mas existem dores nas pernas que podem indicar um infarto?

Sim, e vou explicar melhor: um tipo de dor que chama a atenção é a isquemia. Isquemia é a falta de sangue em qualquer local (isquemia do miocárdio é um infarto/angina, já a isquemia cerebral é um AVC, etc). A dor que piora com exercício, geralmente com uma distância previsível, melhora após repouso, acompanhada de palidez nas pernas e pés, feridas que não cicatrizam bem, ausência de pelos deve levantar suspeita de doença arterial periférica. A doença arterial periférica é mais presente em pessoas que tem os mesmos fatores de risco para infarto ou AVC. Podemos encarar estas como um espectro de gordura se infiltrando em todos os vasos arteriais e obstruindo a luz das artérias.

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Agora imagine que quando suas pernas foram criadas, junto foram projetadas artérias com a capacidade de levar um pouco mais que o máximo de sangue que você precisaria para ser um triatleta (se triatletas existem, é porque essa frase é verdadeira). Mesmo que você não seja um, originalmente estava descrito isso no seu projeto. Então ao longo da vida você não usa essas pernas muito e vai deixando acumular gordura dentro da artéria. Ai o cano que leva sangue já está menor por dentro (cheio de placas de colesterol). O cano que suportava o fluxo de um triatleta já não deixa passar tanto sangue. E o músculo que está ?pedindo? fica sem receber o oxigênio e glicose. E sofre. E isso dói.

Além dos riscos locais (por exemplo, de amputação, atrofia e limitação de movimentos), se essas gorduras estão nas pernas existe 95% de chance de estarem nas artérias coronárias também, bem como nas carótidas, o que pode levar ao infarto.

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Existe uma medida que compara a pressão arterial medida nas pernas com a pressão nos braços. No caso de pressão nas pernas inferior a dos braços, a probabilidade de doença coronariana e morte é elevada.

Como identificar um infarto?

As dores do infarto geralmente se caracterizam por dores no peito, que podem vir desde a mandíbula até a cicatriz umbilical. Mas os sinais de alerta nos pés e pernas devem ser respeitados.

Outros tipos de dores na perna

Mas as dores nas pernas podem ter diversas outras causas. As dores articulares e ósseas são comuns na idade, existe relação com movimentação (mesmo sem carga de peso). Podemos notar crepitações (pequenos estalos) nas articulações comprometidas por artrose. Outro público que sofre com dores relacionadas ao desgaste de articulação ou ósseo são atletas com treinamento não supervisionado.

As dores musculares são frequentes, geralmente após algum trauma ou por desgaste. Após exercício intenso, o acumulo de ácido lático e microlesões pelo uso podem levar ao sofrimento e dor.

Castanha da Índia → Poderosa Até Contra a Queda de Cabelo

Olá, aqui é o Dr. Rocha, no artigo de hoje venho até vocês para falar da castanha da Índia, uma semente oleaginosa e repleta de benefícios.

 

Indicações de Uso

varizesO nome botânico e/ou então científico dessa semente oleaginosa é Aesculushippocastanum L.

Esse famoso alimento serve basicamente como um medicamento, pois possui ação anti-inflamatória geral, além de trazer benefícios em tratamentos de problemas de saúde como hemorroidas e varizes, por exemplo.

Além disso, a Castanha da Índia possui ação vaso protetora, ou seja, é capaz de proteger o interior de vasos sanguíneos e, com isso, melhorar a circulação sanguínea do corpo como um todo, prevenindo problemas cardiovasculares como infarto, tromboses e até mesmo AVC.

Principais Benefícios

Sempre que comento sobre algum alimento com minhas alunas, sou frequentemente questionado sobre seus determinados benefícios. Mais uma vez a história a se repetiu e me questionaram da seguinte maneire: Dr. Rocha, quais os principais benefícios da castanha da Índia?

Há uma enorme lista de benefícios provenientes dessa semente, mostrarei a seguir, aqueles que julgo que são os principais. Confiram!

Diminuição de dores

A castanha da Índia é capaz de diminuir dores causadas por uma série de problemas de saúde como varizes, além de amenizar os efeitos incômodos decorrente de hemorroidas. Ambos os problemas são de origem vascular.

A semente oleaginosa é capaz de diminuir de modo drástico as dores de cólicas em mulheres causadas pela menstruação.

Adeus inchaço

Devido a alimentação e também a problemas circulatórios é comum que nosso corpo acumule um pouco de líquidos. Isso se chama edema. O consumo correto e adequado desse alimento é capaz de eliminar esses acúmulos de líquidos, o que de quebra proporciona uma melhora na silhueta.

Diminuição do colesterol

níveis de colesterolA Castanha da Índia é capaz de diminuir os níveis do colesterol ruim – o LDL e ainda aumentar o colesterol bom, o HDL. Isso ocorre devido à presença de gorduras de qualidade presentes na sua composição, que agem oxidando e quebrando as gorduras ruins acumuladas em nosso organismo.

O melhor disso tudo é que a utilização desse alimento é totalmente aprovada e regularizada pela ANVISA, ou seja, não há nenhum perigo em seu consumo.

  

Como Usar?

Muitas pessoas acreditam que a castanha da Índia serve apenas para comer, mas isso não é verdade.

O alimento pode ser consumido in natura, em lanches esporádicos durante o dia, como no lanche da manhã, por exemplo. Além disso, é possível moer a castanha e temperar saladas com ela, deixando as folhas mais crocantes e apetitosas.

Além disso, outra forma de se obter os benefícios desse alimento é através do chá. Isso mesmo, você não leu errado, é possível fazer chá de castanha da Índia.

Chá de castanha da Índia, como preparar?

Para preparar o chá você vai precisar de:

  • 2 a 4 castanhas;
  • 200 ml de água.

A maneira mais recomendada de fazer o chá, é através de decocção, ou seja, é necessário adicionar as castanhas na água e deixar ferver por um período entre 5 e 10 minutos e só tomar depois que esfriar.

O consumo máximo sugerido é de 2 a 3 xícaras por dia, após as principais refeições, como almoço e jantar, por exemplo.

Curiosidade específica

Uma curiosidade acerca desse alimento que quase ninguém sabe é que ele pode ser utilizado no combate à queda de cabelo. Isso ocorre devido ao fato de suas propriedades tratar equimoses, ou seja, pequenos extravasamentos sanguíneos.

Esses extravasamentos tendem a se acentuar conforme os anos passam, e tendem a obstruir o canal do couro cabeludo, levando assim à diminuição de fios de cabelo, tanto em homem quanto em mulheres.

Por isso, é relativamente comum se deparar com profissionais da saúde como médicos e nutricionistas que indicam o consumo do alimento para diminuir ou acentuar a perda de cabelo.

Também é utilizada na fitoterapia

Como costumo dizer, os fitoterápicos são substâncias extraídas de modo natural de alimentos funcionais ou então de plantas medicinais. Existe uma tintura fitoterápica que é feita com base na oleaginosa.

Essa tintura produzida por farmacêuticos habilitados contém em sua composição normalmente castanha da Índia em pó, e álcool etílico em sua composição.

Essa tintura fitoterápica é normalmente indicada para pacientes que sofrem com varizes, hemorroidas ou com altos níveis de colesterol. O consumo deve ocorrer de modo individualizado de acordo com a indicação do profissional da saúde que indicou o uso da tintura.

Contraindicações

gastriteA exemplo do que ocorre com determinados medicamentos e alimentos, a castanha da Índia também possui contraindicações.

Ela não é indicada para pacientes que façam uso de medicamentos como ação anticoagulantes e também coagulantes, além disso, pacientes com problemas renais, hepáticos e digestórios como úlceras ou até mesmo gastrite não devem consumir o alimento.

Ginecologistas e pediatras também não recomendam o consumo por mulheres grávidas ou então em período de amamentação. Além disso, o alimento deve ser consumido longe de alimentos que sejam fonte de ferro e iodo, pois, interferem na absorção desses nutrientes.

Efeitos Colaterais

O consumo de maneira desorientada do alimento pode culminar no surgimento de efeitos colaterais um tanto quando indesejados. Entre os mais clássicos desses efeitos estão:

Por se tratar de um alimento funcional, com algumas contraindicações presentes, recomenda-se bastante parcimônia no consumo da castanha da índia, evitando sempre todo e qualquer tipo de exagero. Bom senso na alimentação é fundamental para uma vida equilibrada e saudável.

Para ajudar você a aprender a melhor maneira de utilizar os remédios naturais, eu criei um portal chamado Viver Nature.

O Viver Nature é um verdadeiro guia que vai ajudar você a se tratar sozinho e manter a sua saúde impecável. Cadastre-se aqui para receber todas essas informações agora mesmo.

 

Eu vou ficando por aqui.

Se você costuma ingerir castanha da Índia de maneira frequente e constante, deixe um comentário falando sobre sua experiência com esse alimento. É uma ótima maneira de trocarmos informações de qualidade.

Me despeço desejando saúde, paz, felicidade e sorte.

Forte abraço e até o próximo texto.

Dr. Rocha

Ansiedade pode ser um indicador precoce de Alzheimer

Um novo estudo sugere uma associação entre os níveis da proteína beta amiloide, proveniente do Alzheimer, e os sintomas de ansiedade. As descobertas sustentam a hipótese de que os sintomas neuropsiquiátricos possam representar a manifestação precoce do Alzheimer em adultos mais velhos.

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Para a realização do estudo, pesquisadores Brigham and Women’s Hospital estudaram 270 homens e mulheres com as funções cognitivas regulares durante cinco anos. E puderam perceber o sintoma da ansiedade quando agravado poderia levar à progressão da beta amiloide no cérebro.

Os cientistas chegaram até essa conclusão após avaliações anuais e acompanhamento com exames de imagem comumente usados para diagnóstico de Alzheimer bem como avaliações anuais usando como base a Escala de Depressão Geriátrica, uma avaliação utilizada para detectar depressão em adultos mais velhos.

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A pesquisa não é conclusiva e ainda são necessários novos testes para atestar uma relação de causa e consequência entre ansiedade e Alzheimer

Outra pesquisa

Essa não é a primeira vez que transtornos emocionais são associados ao Alzheimer. Uma pesquisa realizada pela Gothenburg University, na Suécia descobriu que mulheres que lidam com uma grande quantidade de estresse no dia a dia durante a meia-idade sofrem um maior risco de desenvolver Alzheimer mais tarde.

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A equipe analisou dados de 800 mulheres suecas que foram seguidas por quase quatro décadas, começando quando elas estavam com 20 anos em média. As mulheres foram submetidas a exames psiquiátricos periódicos e responderam a perguntas sobre possíveis estressores da vida diária – como divórcio, dificuldades no trabalho e problemas de saúde pessoais ou dos membros da família.

Após 37 anos de acompanhamento, quando a mulheres completaram 57 anos em média, 19% delas desenvolveram demência – na maioria das vezes a doença de Alzheimer. E o risco subiu em conjunto com o número de estressores de vida que as mulheres haviam relatado quatro décadas antes. Para cada estressor, o risco da doença de Alzheimer subiu 17%. A relação persistia mesmo quando ajustados fatores de risco como pressão alta, diabetes e excesso de peso.

Daltonismo → Entenda Como Acontece A Cegueira Parcial Das Cores

Olá, aqui é o Dr. Rocha. Tudo bem com você?

No artigo de hoje eu quero falar sobre um problema de visão chamado Daltonismo. Com esse texto, quero que você conheça mais afundo sobre esse tema.

 

O Que É?

distúrbio visualO daltonismo também é chamado no universo médico como cegueira parcial das cores e também discromatopsia. Trata-se de um distúrbio visual que se caracteriza pela incapacidade do paciente em distinguir cores primárias, como vermelho e verde, além de azul e também amarelo. Há casos raros da doença, onde o paciente não enxerga nenhum tipo de cor.

A doença recebeu esse nome em homenagem ao seu descobridor, o químico John Dalton, no ano de 1978. John era daltônico e conduziu os primeiros estudos acerca desse problema de saúde.

Diferentes Tipos de Daltonismo

Muitas pessoas acreditam que a doença é única e não possui diferentes tipos, mas isso é um mero engano. Existem três tipos principais de daltonismo. São eles:

  • Pronatopia;
  • Deuteranopia;
  • Trinanopia.

Falarei sobre cada um deles logo a seguir. Confiram.

Pronatopia

Trata-se do tipo mais comum de daltonismo que existe. Ele se caracteriza principalmente pela diminuição ou total ausência do pigmento vermelho. No lugar dele, o indivíduo com a doença tende a enxergar tons marrons, cinza ou até mesmo verde, porém, varia de acordo com quantidade de pigmentos que determinado objeto possui.

Nesse tipo de daltonismo, a cor verde se torna semelhante ao vermelho.

Deuteranopia

Pessoas com esse tipo de daltonismo não são capazes de distinguir a coloração verde, porém, da mesma maneira como acontece com a pronatopia, os tons são semelhantes para a cor marrom.

Uma pessoa com deuteranopia que olha para uma árvore, a enxerga de apenas uma cor, mas com tonalidades diferentes entre folhas, galhos e tronco.

Trinanopia

Esse é o tipo mais raro de daltonismo. Portadores que sofrem com esse tipo da doença não são capazes de distinguir e/ou então reconhecer as cores azul e amarelo. Uma pessoa com esse problema de visão perde totalmente a noção da cor azul, podendo enxerga-lo em diferentes tipos de tonalidade.

O amarelo nesse caso pode ser visto como vermelho ou rosa claro. Pessoas com trinanopia são incapazes de enxergar a cor laranja.

Causas

O daltonismo independe do tipo, é causado por um distúrbio genético diretamente ligado ao cromossomo X, homens possuem cromossomos sexuais XX enquanto mulheres possuem cromossomos sexuais XY.

Nesse distúrbio genético, ocorre um problema com os pigmentos de algumas cores em células nervosas do globo ocular que são chamadas de cones e ficam localizadas na retina. Mesmo que apenas um tipo de pigmento seja afetado, o portador desse distúrbio genético pode ter problemas para reconhecer e identificar cores, brilhos e determinadas tonalidades.

Fatores de Risco

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença é o sexo, por ser uma doença recessiva, é muito mais comum que homens sejam portadores de daltonismo do que as mulheres.

Vamos falar um pouco de fundamentos genéticos para entender a doença.

O daltonismo é uma doença recessiva, ou seja, que possui pequenas chances de ocorrer, como citei anteriormente, esse problema está diretamente relacionado ao cromossomo X.

Homens possuem cromossomos sexuais XX, enquanto mulheres possuem cromossomos sexuais XY. Logicamente, quando surge uma nova vida, os homens passam para seus futuros bebês de modo hereditário um cromossomo sexual, no caso X ou Y enquanto as mulheres outro cromossomo sexual, restando apenas como opção o cromossomo X.

Por ser uma doença recessiva, a mulher só vai desenvolver o daltonismo se receber o cromossomo X do pai com alterações e o cromossomo X da mãe também de maneira alterada, já no caso dos homens, que são XY, apenas receber um cromossomo X com a anomalia já é capaz de causar a doença.

Além da genética envolvida, existem outros fatores mais raros que podem levar ao surgimento da doença. São eles:

  • Doenças;
  • Medicamentos;
  • Produtos químicos;
  • Envelhecimento

Falarei resumidamente sobre esses fatores de risco.

Doenças

Doenças como diabetes, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, Leucemia, anemia, glaucoma e degeneração macular, podem ocasionar o daltonismo.

Medicamentos

Remédios utilizados para o tratamento/controle de pressão arterial podem ocasionar o surgimento da doença.

Produtos químicos

Produtos químicos à base carbono e determinados tipos de fertilizantes, também pode culminar no desenvolvimento desse famoso problema de visão.

Envelhecimento

A capacidade de enxergar e distinguir cores pode diminuir de maneira lenta e gradativa com o passar dos anos.

Principais Sintomas

sintomasOs sinais do daltonismo normalmente variam de intensidade de pessoa para pessoa, além dos seus diferentes tipos. Em geral, os principais sinais apresentados pelos portadores da doença são:

  • Dificuldades para enxergar cores e suas diferentes tonalidades;
  • Incapacidade na distinção de diferenças entre tonalidades de cores que são semelhantes ou iguais.

É muito comum, que pessoas nem saibam que são daltônicas, principalmente enquanto são crianças, normalmente são os pais que notam que há algo de errado com seus filhos, quando eles não são capazes de diferenciar cores e tonalidades.

Diagnóstico

O diagnóstico de daltonismo só é capaz de ser feito através do teste de Ishihara ou então de um exame de eletrorretinografia.

Teste de Ishihara

Nesse teste, o paciente é submetido a um conjunto de 38 placas com pontos coloridos com coloridos em intensidade diferente. No centro dessas placas há um numeral com uma cor que o paciente daltônico não é capaz de enxergar.

Portanto, o diagnóstico através desse teste é simples, se o paciente enxergar o número, não é daltônico, se não enxergar, então ele é portador da doença.

Eletrorretinografia

Nesse exame avalia-se a função da retina através do uso de eletrodos que captam a atividade elétrica ocular em resposta a estímulos luminosos e coloridos.

Tratamento

Infelizmente o daltonismo não possui cora, mas pode ser amenizado. Hoje em dia existem lentes de contato e óculos especiais que auxiliam a pessoa daltônica a distinguir cores que sejam semelhantes.

Conclusão

Por ser tratar de uma doença com origem totalmente cromossômica, nem o uso de compostos fitoterápicos, tampouco uma alimentação estratégica, são capazes de prevenir ou reverter o problema.

Recomenda-se que pessoas daltônicas não trabalhem em empregos que demandam uma ótima visão, como é o caso de pilotos de avião ou então motoristas de táxi, por exemplo.

Com isso chegamos ao fim do artigo sobre esse curioso problema de saúde.

Você é daltônico ou conhece alguém que seja? Deixe um comentário relatando como é o seu dia a dia, essa troca de informações inteligentes sempre é benéfica para todos que acompanham o blog.

E para saber mais sobre outras doenças e ainda aprender a melhor forma de preveni-las, FAÇA PARTE do portal Dr. Rocha com Você. Clique aqui para começar!

 

Eu vou ficando por aqui.

Me despeço desejando saúde, paz, felicidade e sorte.

Forte abraço e até a próxima.

Dr. Rocha

Anorexia → Descubra O Que Fazer Para Ajudar Sua Filha!

Olá, aqui é o Dr. Rocha mais uma vez. No artigo de hoje irei falar sobre a Anorexia, uma doença considerada como um transtorno e que normalmente acomete pessoas do sexo feminino na pré-adolescência e na adolescência.

 

O Que é?

A anorexia é considerada por médicos, nutricionistas e psicólogos como um transtorno alimentar, onde o paciente possui um distúrbio de imagem em que não consegue aceitar seu corpo como é, tendo sempre a impressão de que está acima do peso.

Essa ideia pode levar a um distúrbio alimentar, que causa perda de peso progressivo e pouco saudável, além de altos níveis de estresse.

Esse problema de saúde é complexo, pois envolve fatores psicológicos, fisiológicos e principalmente sociais. O paciente que é diagnosticado com o problema é chamado de anoréxico.

As pessoas anoréxicas desenvolvem um medo/receio extremo de ganhar peso, mesmo quando são muito magras, chegando até mesmo a tomarem medidas extremas e pouco saudáveis na ânsia de perder cada vez mais peso.

A anorexia é uma doença que possui uma série de riscos clínicos devido à ausência de uma alimentação de qualidade. O organismo de um anoréxico não recebe nutrientes e calorias necessárias para seu funcionamento, podendo culminar em quadros de desnutrição e desidratação.

Em situações extremas, a pessoa anoréxica pode ir a óbito devido à falta de uma alimentação qualitativa.

Causas

causas da anorexiaA causa exata da anorexia ainda é desconhecida por profissionais da saúde, no entanto, acredita-se cada vez mais que fatores biológicos, ambientais e principalmente psicológicos estão envolvidos no desencadeamento da doença.

Os genes e hormônios também possuem papel importante no surgimento da doença. Atitudes sociais promovendo estereótipos cada vez mais magros tendem a alterar o psicológico das pessoas, contribuindo para o surgimento da anorexia.

Por longos períodos de tempo, psicólogos acreditaram que conflitos familiares poderiam contribuir para que a anorexia se desenvolvesse. No entanto, essa idade não é mais difundida entre os profissionais da saúde.

Fatores de Risco

Embora as causas da doença ainda sejam meio obscuras, alguns fatores de risco que facilitam o surgimento/instalação da doença são bastante claros atualmente. Entre os principais fatores de risco da anorexia estão:

  • Sexo – o número de mulheres anoréxicas são muitos superiores do que os de homens;
  • Idade – a anorexia é mais comum em adolescentes e pré-adolescentes;
  • Genética – estudos recentes demonstraram que alguns genes estão ligados com o surgimento da doença;
  • Histórico familiar – ter parentes diretos que já tiveram o problema pode contribuir para que outras pessoas desenvolvam a doença;
  • Grandes alterações de rotina – perda de emprego, término de um relacionamento ou até mesmo perda de um ente querido, aumenta as chances de desencadeamento da doença;
  • Julgamentos e pressão social – atualmente o ato de muitas pessoas julgarem os corpos e estereótipos e a grande pressão social por corpos cada vez mais magros contribuem para casos de anorexia.

Sintomas

Por se tratar de uma doença bastante específica, os sintomas da anorexia tendem a ser bastante específicos também. Normalmente pessoas anoréxicas apresentam os seguintes sintomas:

Diagnóstico

Antes de mais nada, o médico irá realizar um exame físico do paciente a fim de avaliar sua altura e peso, além de checar seus sinais vitais e procurar sinais de desnutrição. Em seguida o paciente será submetido a uma série de questionários que tem como intuito análises psicológicas/psiquiátricas detalhadas do paciente.

É comum também que exames laboratoriais sejam realizados, com a finalidade de diagnosticar possíveis alterações hormonais ou enzimáticas que podem fazer com que o paciente esteja agindo de modo “estranho” devido a possíveis anormalidades corporais.

Com exames físicos e laboratoriais realizados, assim como questionários respondidos em mãos, o médico será capaz de diagnosticar a anorexia.

Tratamento da Anorexia

Um dos maiores desafios no tratamento da anorexia é fazer com que a pessoa reconheça que está doente. A maioria dos portadores da doença se negam a aceitar que possuem um distúrbio alimentar. De modo geral, pacientes diagnosticados com o transtorno só dão início a um tipo de tratamento quando estão em estado grave.

tratamento da anorexiaDe modo geral, o tratamento de anorexia é muito difícil e exige um árduo trabalho de pacientes, familiares e profissionais da saúde. É necessário paciência e persistência para que os pacientes não desistam do tratamento.

Diferentes tipos de terapias podem ser utilizadas para tratar anoréxicos. Terapia comportamental individual, em grupo e familiar costumam surtir efeitos positivos. Esse tipo de tratamento visa mudar pensamentos e encorajar os pacientes a se alimentarem de modo saudável.

De maneira conjunta às sessões de terapia, medicamentos como antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos e estabilizadores de humor são utilizados em pacientes que apresentam os sintomas.

Conclusão

A anorexia é uma doença grave, série e que se não receber a devida atenção pode levar o paciente a morte.

Por isso encorajá-lo a ingerir alimentos saudáveis, como vegetais verdes folhosos, proteínas de alto valor biológico, gorduras de qualidade, como por exemplo: azeite, e até mesmo pequenas quantidades de carboidratos de baixo índice glicêmico é muito importante para restabelecimento de sua saúde.

 

Pacientes anoréxicos precisam de carinho, atenção, paciência e principalmente suporte. Fornecer atenção especial para eles pode fazer toda a diferença.

Eu vou ficando por aqui.

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Me despeço desejando saúde, sorte e felicidade.

Grande abraço e até breve.

Dr. Rocha

Secretaria da Saúde confirma 3ª morte por febre amarela na Grande São Paulo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou no sábado (06) a morte de mais uma pessoa contaminada pelo vírus da febre amarela. Com o registro, subiu para três o número de casos contabilizados na Grande São Paulo.

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O caso divulgado mais recente é o de um homem, de 69 anos, morador de Guarulhos. Ele morreu em 25 de dezembro, após ter sido infectado em sua chácara, em Nazaré Paulista, município localizado próximo ao limite com a cidade de Mairiporã. De acordo com a Secretaria, as três pessoas que vieram a óbito estiveram em Mairiporã, a 45 quilômetros da capital paulista, todos durante as festa de fim de ano.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Guarulhos afirmou que o resultado da necropsia confirmando a causa da morte foi divulgado neste final de semana, mas a família foi informada sobre os exames solicitados (de leptospirose e febre amarela), no último dia 5.

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Desde os primeiros casos de mortes de macacos infectados na Serra da Cantareira, a Secretaria Municipal de Saúde vem mantendo ações diversas de imunização. Confira aqui quais as atividades praticadas pelo governo e onde é possível se vacinar!

Segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado divulgado no dia 2 de janeiro, entre o período de janeiro de 2017 até a segunda quinzena de dezembro foram registrados 151 casos suspeitos de febre amarela, sendo confirmados 53 casos (35,1%). Entre esses, 24 eram autóctones (vírus contraído na região onde a pessoa vive) e 29 importados (contraídos fora do município onde a vítima mora).

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